Atualizações de novembro, 2017 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • Rogerio Delai 14:49 em 15/11/2017 Link permanente | Resposta  

    Confira os lançamentos de novembro no Telecine Play! 

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  • Rogerio Delai 14:38 em 15/11/2017 Link permanente | Resposta
    Tags: O ultimo Jedi   

    Mais um Spoiler de Star Wars: Os Últimos Jedi – 14 de dezembro nos cinemas 

    Para aumentar a ansiedade: confira agora este vídeo especial de Star Wars: Os Últimos Jedi, e prepare-se para a estreia em dezembro! ou garanta seu ingresso antecipado aqui

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  • Rogerio Delai 09:41 em 15/10/2017 Link permanente | Resposta
    Tags: Embraer, Santa Helena   

    Jato da Embraer é o único a pousar na ilha de Napoleão com vento de 90 km/h 

    ilha de Santa Helena, território ultramarino britânico no Atlântico Sul, conhecida por ter sido o exílio de Napoleão Bonaparte, não podia ter voos comerciais por causa de seus ventos fortes de até 90 km/h.

    Isso vai mudar neste sábado, e com a ajuda de um avião brasileiro. A única aeronave que provou ter condições de fazer essa ligação comercial com segurança foi o E190, da fabricante brasileira Embraer.

     

    O aeroporto de Santa Helena foi concluído em meados do ano passado após investimentos de 285 milhões de libras esterlinas (R$ 1,2 bilhão). No entanto, logo após a entrega das obras, ele chegou a ser chamado de “o aeroporto mais inútil do mundo”.

    Neste sábado (14), a ilha de Santa Helena recebe o primeiro voo da companhia aérea Airlink, um subsidiária da South African Airways, com um avião Embraer 190. A rota parte de Johannesburgo, na África do Sul, e faz uma escala em Windhoek, na Namíbia.

    Aeroporto foi considerado inseguro por causa dos vento

    Nos primeiros testes realizados com um Boeing 737-800 da companhia aérea Comair, uma subsidiária da British Airways, as fortes rajadas de vento próximas à cabeceira da pista fizeram com que a companhia desistisse de voar para a ilha. Os pilotos do voo de teste tiveram de fazer três arremetidas até conseguirem pousar somente na quarta tentativa.

    No relatório apresentado, os pilotos afirmaram que o aeroporto local não apresentava as condições mínimas de segurança para a operação de voos comerciais regulares.

    A pista de 1.950 metros foi construída no alto de uma montanha entre dois rochedos. Isso faz com que a área final da aproximação para o pouso tenha fortes rajadas de vento, que mudam constantemente de direção e velocidade e podem chegar a mais de 90 km/h.

    Vídeo da Embraer mostra como o E190 domou os ventos


    Pilotos brasileiros decidiram desafiar os ventos

    Os pilotos brasileiros da Embraer, no entanto, avaliaram que o jato produzido pela fabricante brasileira tinha condições de operar com segurança na ilha. O comandante Guilherme de Miranda Cará, diretor de treinamento e operações de voo da Embraer, decidiu utilizar o primeiro protótipo do Embraer 190 para fazer testes na ilha. “A gente sabia que tinha o avião ideal para voar ali”, afirma.

    Antes de decolar rumo à ilha de Santa Helena, toda a equipe de testes fez diversos voos nos simuladores do avião, reproduzindo as mesmas condições que encontrariam no local. Depois de concluir o treinamento, a equipe do comandante Cará partiu de Recife (PE) com destino à ilha de Santa Helena.

    O avião utilizado estava equipado com diversos sensores para captar todos os dados necessários para uma análise precisa sobre as condições de pouso no aeroporto local. Durante os testes, foram feitos 12 pousos. Algumas arremetidas foram feitas apenas para coleta de dados.

    “Fomos muito bem preparados, e os dados coletados mostraram que é possível operar com segurança. Provamos com dados, e deixou de ser apenas uma opinião dos pilotos. Mas, realmente, é um aeroporto que exige uma condição especial”, afirma o comandante Cará.

    Antes dos testes feitos pela Embraer, a Airlink não tinha nenhum avião Embraer 190, apenas do modelo Embraer 145. Com a possibilidade de voar para a ilha de Santa Helena, a empresa adquiriu 13 aviões do modelo 190, que também serão utilizados em outras rotas da empresa. “Mas, com certeza, isso foi um diferencial importante”, afirma Cará.

    Um avião “esportivo”

    O comandante afirma que as operações com o avião brasileiro foram possíveis em virtude de algumas características particulares do Embraer 190. “Nosso avião é extremamente fácil de operar e com muita performance e potência disponível. Ele tem uma pilotagem que eu diria que é quase esportiva”, diz.

    Os aviões devem pousar sempre com o vento de frente. Com ventos traseiros, há diversas restrições, pois os aviões devem se aproximar com velocidade maior em relação ao solo e têm mais dificuldade para frear. Nessas condições, normalmente, os ventos não podem ser superiores a 18 km/h. No caso do Embraer 190, o avião pode pousar com ventos traseiros de até 28 km/h.

    Com isso, caso encontre rajadas de vento muito fortes em uma cabeceira, os pilotos têm mais condições de inverter o sentido da aproximação e pousar pela cabeceira oposta. No caso do aeroporto de Santa Helena, é justamente a cabeceira que tem a predominância dos ventos frontais a que tem mais rajadas de ventos causadas pelo relevo do terreno.

    Outro ponto apontado pelo comandante Cará como diferencial do Embraer 190 para pousar no aeroporto de Santa Helena é o sistema de controle de potência dos motores, que permite que os comandos manuais dos pilotos se sobreponham ao controle automático. “Isso permite uma resposta mais rápida e foi fundamental para o avião receber a autorização para pousar em Santa Helena”, afirma.
    Airlink comprou 13 aviões do modelo E190 (foto: Divulgação)

    Mudanças nos procedimentos de pouso

    Para pousar na ilha de Santa Helena, os pilotos da companhia aérea Airlink também tiveram de receber um treinamento especial. O aeroporto local é classificado com de categoria C, o que exige uma preparação diferente dos pilotos. Outros aeroportos de categoria C são Santos Dumont, no Rio de Janeiro, Congonhas, em São Paulo, e London City, em Londres, na Inglaterra.

    Para a operação em Santa Helena, os pilotos da Embraer determinaram algumas modificações nos procedimentos de aproximação para pouso. A descida, por exemplo, deve ser realizada com um ângulo maior. “Isso faz com que o avião passe por cima das zonas de turbulência”, afirma o comandante Cará.

    Outra mudança está relacionada ao desligamento do piloto automático do avião. Normalmente, ele é desligado somente alguns segundos antes do pouso. Em Santa Helena, a determinação da Embraer é que os pilotos assumam os controles do avião no início do procedimento de aproximação para o pouso, de três a quatro minutos antes do pouso. A intenção é que o piloto não seja pego de surpresa caso tenha de fazer alguma manobra em função das rajadas de vento.

    A preparação dos pilotos da companhia aérea Airlink pode ser feita nos centros de treinamento da Embraer em São José dos Campos (SP), em Nashville, nos Estados Unidos, ou em Lisboa, em Portugal. No primeiro semestre do ano que vem, a empresa vai abrir um novo centro de treinamento em Johannesburgo. O projeto está sendo feito em parceria com a própria Airlink.

    A ilha de Napoleão

    A ilha de Santa Helena é conhecida por ter servido de exílio a Napoleão Bonaparte após ser derrotado na batalha de Waterloo. A casa onde ele morou — com o mobiliário original — é uma das principais atrações turísticas da ilha.

    Durante séculos, a ilha viveu isolada do mundo. O único acesso possível era feito pelo navio St. Helena, do Royal Mail, que leva cerca de cinco dias para chegar à ilha. Nas próximas semanas, a ilha também deve ganhar seu primeiro hotel de luxo.

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  • Rogerio Delai 09:15 em 07/10/2017 Link permanente | Resposta
    Tags: Bump Stock   

    [:pb]Como funciona o Bump Stock[:] 

    [:pb]O ataque em Las Vegas foi o maior massacre com armas de fogo da História dos EUA: o assustador é ter sido cometido por uma única pessoa. Os motivos ainda são um mistério, o sujeito não se encaixa em nenhum dos perfis possíveis, ele sequer era fanático por armas, mas parece ter feito o dever de casa.

    Um dos motivos de tanta gente ter morrido foi o uso de fogo automático, com uma cadência de tiro muito acima do que uma pessoa consegue apertando o gatilho a cada disparo. Isso foi especialmente confuso para quem acompanhava, pois armas automáticas são banidas nos EUA.
    Esse banimento foi fruto de uma Lei promovida em 1986 por Ronald Reagan, mas desde antes disso eram caras e de difícil acesso. Desde 1982 NENHUM dos atentados no estilo de Las Vegas ou Sandy Hook nos EUA foi feito com armas automáticas. Ao contrário do que Hollywood mostra, criminosos por lá não gostam de armamento pesado: chama muito a atenção das autoridades. Em 2014 só 2% dos homicídios envolveu qualquer tipo de fuzil, e aí entram na conta os de caça.
    A própria posse de armas é distorcida pela mídia. 50% das armas do país estão na mão de 3% da população, no total só 22% possuem uma arma de qualquer tipo. 33% dos donos de armas se identificam como moderados ou liberais .

    Uma outra estatística reveladora: nos EUA as pessoas usam mais armas para se matar do que para matar outras pessoas.

    O banimento de armas automáticas não gerou o famoso “só criminosos terão armas automáticas”, assim como a posse de metralhadoras por civis não levou a seu uso em atentados. ZERO armas de coleção foram usadas ilegalmente. O controle do ATF e do FBI é bem severo.
    Como então o sujeito conseguiu uma automática?

    Simples, ele não conseguiu. Ele usou uma marmotagem.
    Existem técnicas para transformar uma arma semi-automática em full auto, mas em geral você precisa de um bom armeiro, com uma boa oficina. E é ilegal. O que o sujeito usou foi um acessório chamado Bump Stock, uma coronha adaptada criada com um propósito bem menos sinistro.
    O tiro automático não é muito útil em guerra: serve como fogo de supressão, para evitar que o inimigo coloque a cabeça pra fora, mas no geral você está jogando munição fora.

    A forma teórica de simular tiro automático seria apertar o gatilho rapidamente, a cada ciclo de tiro, mas ninguém é tão rápido. Surgiu então a idéia de deixar o recuo da arma fazer isso por você.
    O Bump Stock é uma coronha com um sistema de amortecimento onde você puxa o gatilho e mantém o dedo firme. O rifle recua com o tiro, bem mais que o normal, arma o próximo tiro e pela inércia faz com que o gatilho vá de encontro a seu dedo. É algo genialmente simples:

    Esse tipo de acessório nunca foi considerado perigoso por tornar o tiro totalmente impreciso, a única garantia é que você jamais acertará no que está mirando. A parte cruel é que ninguém imaginou que o alvo seria uma multidão, onde não importa a falta de precisão.

    A própria NRA — National Rifle Association pediu hoje que o governo estude regulamentações adicionais sobre os bump stocks. Vão ser banidos? Dificilmente. Deveriam? Sim, pois apesar de terem sido criados com um propósito inocente, foram desvirtuados por um maníaco, e neste momento um monte de malucos estão anotando a idéia.

    Post copiado do site MeioBit[:]

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  • Rogerio Delai 09:04 em 07/10/2017 Link permanente | Resposta
    Tags: Pacific   

    [:pb]Pacific Rim 2 – trailer![:] 

    [:pb]Pacific Rim foi o sonho molhado de muita gente que cresceu vendo animês e Ultramen da vida. Guillermo Del Toro prometeu robôs gigantes e monstros se pegando na porrada, e entregou exatamente isso, plus japinha.

    O filme não rendeu grande coisa, no mundo todo foram US$ 411 milhões, com um orçamento de US$ 190 milhões, mas em tempos de vacas magras qualquer lucrinho de US$ 200 milhões é dinheiro, e foi justificada a continuação.
    A nova versão, Pacific Rim: Uprising já tem data pra estrear, 23 de março de 2018, e o primeiro trailer acaba de sair. Agora são mais robôs, mais radicais e com uma turminha de jovens do barulho da maior adrenalina. Divirta-se com Pacific Rim: Malhação!

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