Atualizações de setembro, 2017 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • Rogerio Delai 09:05 em 12/09/2017 Link permanente | Resposta
    Tags: Transgênero   

    [:pb]Havia um soldado transgênero no exército romano?[:] 

    [:pb]

    Em 25 de agosto, Donald Trump assinou uma diretiva proibindo as pessoas transgêneras de se juntarem aos militares dos Estados Unidos. Isso reverte oficialmente as políticas inclusivas introduzidas durante o regime de Obama. A decisão de Trump foi, segundo ele afirmou em tweets anteriores, com base nos custos médicos e dificuldades que os transgêneros militares supostamente causaram.

    A diretriz do presidente me colocou, como um estudioso de clássicos, em mente uma fábula bastante desconhecida que se acredita ter sido escrita no início da Roma imperial por um dos escravos libertos do imperador Augusto, Fedro. No relato fictício, um bárbaro ameaça as tropas do líder militar, Pompeu, o Grande. Todos têm medo de desafiar esse oponente feroz até que um cinaedus avança para se voluntariar para o combate.

    Embora estranho para nós modernos, o cinaedus era uma figura familiar para gregos e romanos antigos, cuja identidade suscitou preocupações sobre ambiguidade de gênero.

    O cinaedus e o comandante em chefe
    O cinaedus era frequentemente mencionado em fontes clássicas por ser afeminado, ter comportamento sexual indesejável (na maioria das vezes, um desejo “chocante” de ser penetrado por outros homens) e o status ambíguo de sua genitália.

    Esta figura foi mencionada pela primeira vez por Platão no século IV a. C., que fala um pouco que a vida do cinaedus era terrível, básica e miserável. Outros autores clássicos fornecem mais detalhes.

    Martial, um poeta romano que escreveu no primeiro século d. C., por exemplo, descreve o pênis disfuncional de um cinaedus como uma “cinta de couro encharcada” em um epigrama. No mesmo século, o romancista romano Petronius sugere que o cinaedus e seus companheiros tiveram seus órgãos genitais removidos.

    Na fábula de Fedro, o “cinaedus” é descrito como um soldado de grande tamanho, mas com uma voz rachada e uma caminhada diferente. Depois de implorar a permissão de Pompeu, seu comandante, o cinaedus entrou na batalha. Ele rapidamente cortou a cabeça do bárbaro e logo foi sumariamente recompensado por Pompeu.

    O que o cinaedus revela hoje
    Pense a fábula de Fedro e algumas semelhanças fáceis destacam-se com a situação hoje. O cinaedus é comparável a uma pessoa trans contemporânea, na medida em que sua expressão de gênero não combina as normas que sua sociedade — antiga ou moderna — espera do seu sexo atribuído no nascimento.

    As fontes antigas gregas e romanas mostram um viés contra pessoas variantes de gênero, paralelamente às atitudes atuais de Trump.

    Tanto a diretriz recente como a antiga fábula apresentam desconforto com a ideia de lutadores de gênero ambíguo, independentemente de qualquer situação real. E enquanto Trump proclama a exclusão de pessoas transgêneros com base em custos financeiros e rupturas, Fedro foi um pouco mais aberto sobre suas motivações.

    Na fábula de Fedro, o cinaedus não é confiável. Ele é descrito como tendo roubado objetos de valor de Pompeu e depois fala sob juramento que ele não os têm. Uma conexão clara é feita entre “engano” de gênero e comportamento traiçoeiro.

    Isso, eu acredito, é o mesmo pânico de gênero infundado que Trump está recorrendo para apelar para sua base conservadora.

    Diversidade de gênero
    Essa consistência de atitudes em milênios é bastante deprimente. Contudo, vale a pena considerar alguns pontos.

    Existem diferenças notáveis ​​entre um cinaedus e uma pessoa trans. O cinaedus foi pensado como masculino, embora com masculinidade questionável. Ele é apenas descrito como sendo afeminado, nunca como se identificando com o gênero oposto ou vivendo como tal.

    No meu próprio trabalho, uso o termo “diversidade de gênero” para apontar conexões soltas, mas ainda significativas, entre o antigo cinaedus com pessoas trans modernas e outras incluídas sob o guarda-chuva LGBTQI+.

    A grande variedade de homens afeminados, mulheres masculinas, eunucos e indivíduos intersexuais mencionados em fontes clássicas sugerem que uma ampla gama de experiências era possível fora das normas tradicionais de gênero.

    Há alguma evidência de masculinidade feminina na antiguidade. As mulheres míticas guerreiras da mitologia grega, as amazonas, poderiam ter tido alguma base em fatos históricos. Em seu livro “Amazonas pós-coloniais”, o estudioso do grego antigo Walter Penrose demonstra que as mulheres guerreiras eram predominantes e altamente valorizadas tanto nas culturas citocinas como nas cúpulas antigas.

    E, embora os estudiosos clássicos tenham debatido se algum indivíduo da antiguidade tenha abraçado o estigma de ser chamado abertamente de cinaedus, uma série de recibos fiscais, letras e inscrições do templo do Egito greco-romano documentam homens identificados e especificados com o uso desse termo.

    Sendo trans e adversidade sobrevivente
    O cinaedus tem uma longa e persistente história. Sendo um tema de interesse para escritores como Platão no século IV a. C. até dos autores bizantinos no século 11, d. C., ele é um verdadeiro sobrevivente.

    Como escreve o estudioso de gênero Jack Halberstam, as pessoas trans também sobreviverão às táticas de exclusão de Trump. Pois, como a pequena fábula de Fedro sugere, as pessoas de diferentes gêneros, em todas as idades, foram capazes de coisas poderosas e notáveis.

    Como o soldado vitorioso cinaedus, elas podem confundir expectativas e obter resultados em algumas das situações mais adversas.

    *Tom Sapsford é professor da Universidade da Califórnia do Sul, nos Estados Unidos. A matéria foi originalmente publicada em inglês no The Conversation.[:]

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  • Rogerio Delai 15:37 em 06/09/2017 Link permanente | Resposta
    Tags: Jive Bunny & The Mastermixers   

    [:pb]Jive Bunny & The Mastermixers[:] 

    [:pb]O ano é de 1989 em plena House Music e Acid House. As pistas de dança fervilhavam ao som destes ritmos e começavam a aparecer grupos que construiam seus hits como Tim Simenon do Bomb The Bass ou então o M/A/R/S/S e o Pop Will Eat Itself, todos fazendo samplers de vozes e trechos de musicas que foram sucesso nas decadas de 70 e 80.

    Lado B da versão brasileira do Vinil
    Mas no meio disto tudo surgiu uma idéia de se recorrer e porque não aos anos dourados da década de 50 e 60. Esses hits eram conhecidos como ‘Pop Oldies’ e como até hoje são cultuados por serem as raizes do Rock and Roll, Les Hemstock teve a ideia de criar um megamix que reuni-se todos esses sucessos envolvendo Rock And Roll, Rockabilly, Doo Woop, Twist, Surf Music, Blues, Musica Pop e Swing e entregou nas mãos do DJ Mastermix Andy Pickles para executá-lo.

    Andy Pickles ainda contou com a colaboração de seu pai John Pickles que era o dono da gravadora e gerente da banda e também Rebecca Male, que tinha um relacionamento com John Pickles e esteve bastante envolvida na produção dos Medleys.

    Para isso foram buscar sucessos de artistas que revolucionaram as decadas de 50 e 60 como Little Richards, Jerry Lee Lewis, Bill Halley, Chubby Checker, The Surfaris, Chris Montez, Chucky Berry, Del Shannon, Elvis Presley entre outros transformando os grandes hits destes notáveis artistas em megamixes com ritmo apropriado para as pistas de dança e também uma boa pedida em festas de casamento, que agrada desde os cinquentões até o público jovem.

    Quer Baixar alguns discos? baixe aqui

    Jive Bunny & The Mastermixers – The Album (1989)
    Jive Bunny & The Mastermixers – It’s Party Time (1990)
    Jive Bunny And The Mastermixers ‎– Rock ‘n’ Roll Hall Of Fame (1991)

    Gostou? quer mais Visite: O Corvo[:]

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  • Rogerio Delai 10:57 em 11/06/2017 Link permanente | Resposta  

    12 imagens absurdas comprovam: o mundo anda cada vez mais doido 

    1. Inexplicável: aquilo que não tem explicação; que não se pode compreender; este carro por exemplo como?

    2. Vinganças que colam

    3. Treta no sítio: cavalo é cercado pela cerca enquanto tentava saltá-la

    4. Da arte de não prever desastres

    5. Adaptando estábulos

    6. Esse é daqueles produtos que cumpre o que promete

    7. Esta empresa não tem uma CIPA muito atuante

    8. Caminhão de mudança do Jair Bolsonaro

    9. Pelo visto, este motorista não assistiu ao tutorial inteiro de “como estacionar seu carro numa boa”

    10. Quando o slogan da viação de ônibus é: “sinta-se em casa”

    11. Mais de boa na lagoa? Impossível!

    12. “Daqui não saio, daqui ninguém me tira!”

    Você acredita que este mundo tem jeito?

     

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  • Rogerio Delai 10:03 em 11/06/2017 Link permanente | Resposta  

    5 momentos históricos que acreditávamos serem verdadeiros, mas não são! 


    Histórias passadas de geração a geração contêm frequentemente lendas que se misturam com fatos reais e acabam sendo dadas como verdadeiras, embora não sejam. Estes são alguns dos mitos mais difundidos:

    A lâmpada de Thomas Edison:
    Parece inegável que foi Edison quem inventou a lâmpada. Mas não foi bem assim. Há vários protótipos desenhados por outros inventores e uma patente de 1878 do britânico Joseph Wilson Swan, ou seja, um ano antes de Edison registrar a sua. O mérito de Edison foi introduzir os filamentos de carbono que fizeram de sua lâmpada a primeira a ser comercialmente viável.

    As bruxas de Salém: O saber popular relaciona a morte das “bruxas” à temida fogueira, mas isso nunca aconteceu. Dezenove dos vinte condenados à morte por bruxaria no episódio tristemente famoso de Salém (14 mulheres e 6 homens) foram enforcados, enquanto um homem morreu durante a sessão de tortura do interrogatório preliminar.

    A Papisa Joana: É parte do imaginário coletivo, mas nunca existiu de fato uma mulher papa. Trata-se apenas de uma lenda que foi difundida ao longo dos anos a partir de uma crônica do século XIII do dominicano Martinho de Opava, que a situava no período turbulento em que o cardeal Anastácio Bibliotecário serviu como antipapa. Porém, entre a morte de Leão IV e a nomeação de seu sucessor, Bento III, passaram-se menos de 3 meses.

    Lady Godiva: Por mais enraizada que esteja no imaginário popular, essa bela mulher de longos cabelos nunca montou nua um cavalo em prol dos desfavorecidos. É provável que a lenda tenha tido base no caráter generoso e nos atos costumeiros em favor dos pobres que ela e seu marido Leofrico manifestaram ao longo de suas vidas.

    Nero e o incêndio de Roma: O relato de que Nero assistiu ao incêndio de Roma acariciando uma lira é simplesmente falso. Segundo o historiador romano Tácito, que viveu nessa época, Nero não estava em Roma, mas em Anzio, a 42 km de distância. Porém, ele retornou à cidade para ajudar financeiramente a apagar o incêndio e dar refúgio os afetados. Roma procurava um culpado e escolheu Nero que, por sua vez, jogou a culpa nos cristãos.

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  • Rogerio Delai 21:54 em 07/06/2017 Link permanente | Resposta  

    Como os Pokémons seriam se fossem reais? 

    Na série de ilustrações ‘Pokémon Zoology’, o britânico Joshua Dunlop desenhou os monstrinhos em uma versão mais próxima da realidade.

    á imaginou passear em um parque da sua cidade e dar de cara com um Bulbasaur andando calmamente por uma trilha da mata? Se a evolução biológica torna mais distante a possibilidade de existirem seres vivos com habilidades semelhantes aos dos Pokémon, o artista britânico Joshua Dunlop tratou de utilizar a imaginação para desenhar os monstrinhos com características mais próximas à realidade dos animais.

    Em seu trabalho, divulgado no Facebook e no Instagram, Dunlop publicou uma série de ilustrações que fazem parte do projeto “Pokémon Zoology” (Zoologia Pokémon, em português). Nos desenhos, podemos imaginar como seriam as versões “reais” de um Pikachu, um Squirtle, um Jigglypuf ou até o lendário Mew.

    Nem precisamos dizer que o resultado final ficou incrível, né?

    PIKACHU (FOTO: REPRODUÇÃO/JOSHUA DUNLOP)

    MEW (FOTO: REPRODUÇÃO/JOSHUA DUNLOP)

    MEW (FOTO: REPRODUÇÃO/JOSHUA DUNLOP)

     

    PSYDUCK (FOTO: REPRODUÇÃO/JOSHUA DUNLOP)

     

    SQUIRTLE (FOTO: REPRODUÇÃO/JOSHUA DUNLOP)

     

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