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Mais uma aquisição da Marinha do Brasil

HMS Ocean

O Brasil por incrível que pareça tem uma frota razoável de submarinos, em verdade maior que a Alemanha, que no momento tem zero submarinos funcionais, mas na prática submarinos são ótimos em uma tarefa: afundar navios, como qualquer argentino sabe. Pra outras coisas eles são péssimos. Um submarino jamais conseguiria capturar o Salana Star: teria que afundá-lo e perderíamos o Verão da Lata.
Navios de superfície são importantes, e entre eles é preciso meios que sirvam pra projetar poder. Senão você só fica da água xingando o pessoal em terra, igual ao Aquaman. A embarcação de facto pra isso é o porta-aviões, dos quais nós perdemos dois. Um por pura idade, e o outro, o São Paulo, por ter vindo zicado de fábrica, comprado já muito usado.
A opção agora é o HMS Ocean, a nau capitânia da frota inglesa, comissionado em 1998 e ainda bem novo para um navio. Com a chegada dos dois novos porta-aviões que os ingleses estão construindo, o Ocean perderá sua utilidade tática como porta-helicópteros, então o negócio é botar o bichão a venda.

Vários países estão de olho nele, inclusive o Brasil. Ele pode levar esquadrões de helicópteros de ataque com mísseis anti-navio e até eventualmente caças de decolagem vertical, pois sonhar não custa nada.
Nós estamos paquerando o Ocean faz tempo, agora vazou a notícia de que o Ministério da Defesa teria autorizado oficialmente o projeto de aquisição do navio, a um preço de R$ 312 milhões, frete incluso eu imagino.
Segundo o UK Defence Journal, o Brasil já teria enviado até uma proposta de parcelamento do pagamento, e estaríamos tão confiantes que já haveria até gente discutindo o nome do navio, que provavelmente será Minas Gerais.

Um helicóptero Apache do Corpo Aéreo do Exército decolga do HMS Ocean durante a Operação Ellamy, a contribuição do Reino Unido para o UNSCR1973 no Mar Mediterrâneo, perto da Líbia.

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